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CEAP lança versão textual do Relatório do Direito Humano à Saúde

Documento é o terceiro da série e foi lançado durante Seminário do Fórum Nacional de Defesa do Direito à Saúde e está disponível nas plataformas digitais do CEAP

Esta semana o Centro de Educação e Assessoramento Popular (CEAP) lançou a versão textual do Relatório de Direitos Humano à Saúde 2020, com a transcrição das entrevistas com 20 movimentos sociais populares de vários estados do país, que relataram situações de violação do direito humano à saúde. O relatório é uma iniciativa do Fórum Nacional de Defesa do Direito Humano à Saúde e conta com o apoio da Misereor. Foi planejado e executado pela equipe de sistematização do CEAP com a contribuição de especialistas que avaliaram a situação da saúde no Brasil, especialmente em virtude da pandemia da Covid-19.

O RDHS é composto pela versão audiovisual e pela versão textual. Foram produzidos cinco audiovisuais, resultado das 20 entrevistas realizadas: 1 - Relatório Direito Humano à Saúde 2020 – Pandemia e Crise Social; 2 - Relatório Direito Humano à Saúde 2020 – Saúde é vida; 3 - Relatório Direito Humano à Saúde 2020 – Democracia e Saúde; 4 - Relatório Direito Humano à Saúde 2020 – Defesa do SUS, e, 5 - Relatório Direito Humano à Saúde 2020 – Resistência, Solidariedade e futuro. Nestes, foram incorporados cases que dialogassem com situações cotidianas do controle social, profissional de saúde, mulher chefe de família, pessoas atingidas pelo COVID no ano de 2020.
Foram realizadas três entrevistas que abordam temas macro conjunturais e que integram a primeira parte do Relatório e 17 entrevistas com lideranças de movimentos e entidades nacionais que atuam na luta e defesa do direito humano à saúde no Brasil. As entrevistas seguiram um roteiro buscando apresentar os principais problemas de saúde enfrentados no respectivo ano; a forma como o estado brasileiro agiu, ou se omitiu, no tratamento das demandas e pautas desses sujeitos e finaliza com as principais ações e agendas do movimento ou entidade.

Oscar Jara, sociólogo, participou da atividade e lembrou que fazer educação popular é um processo múltiplo, diverso e com diversas formas de se fazer. “Educação popular é uma educação da qual todas as pessoas devem ter direito e que deve ter um sentido político, buscando transformar elementos de opressão, exploração e opressão. É o popular num projeto de sociedade que cria equidade, justiça e relações de solidariedade. A educação popular está na construção de relações democráticas de poder, sendo uma pedagogia libertadora e dialógica. Liberta o que limita e liberta-nos de nossas condições. É um processo de construção democrática”.
Clique aqui para acessar o relatório completo com vídeos e textos: https://relatoriodhsaude.ceap-rs.org.br

 

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